domingo, 31 de julho de 2011

Os Sonhos

Começo algumas linhas deste post com uma música que muito andei ouvindo esta semana, e que, muito me fez pensar sobre paz, e sonhos... Ah os sonhos!

Imagine que não há paraíso
É fácil se você tentar
Nenhum inferno abaixo de nós
Acima de nós apenas o céu
Imagine todas as pessoas
Vivendo para o hoje

Imagine não existir países
Não é difícil de fazê-lo
Nada pelo que lutar ou morrer
E nenhuma religião também
Imagine todas as pessoas
Vivendo a vida em paz

Você pode dizer
Que eu sou um sonhador
Mas eu não sou o único
Eu tenho a esperança de que um dia
você se juntará a nós
E o mundo será como um só

Imagine não existir posses
Me pergunto se você consegue
Sem necessidade de ganância ou fome
Uma irmandade de humana
Imagine todas as pessoas
Compartilhando todo o mundo

Você pode dizer
Que eu sou um sonhador
Mas eu não sou o único
Eu tenho a esperança de que um dia
Você se juntará a nós
E o mundo será como um só
John Lennon

Imagine!
No último post imperativamente sugeri que amassem, agora os sonhos invadem minha mente e acima de tudo, me deixam inquieta com relação a tudo que ocorre a minha volta, e acima de tudo com a violência, e com a capacidade que esta possui de cegar as pessoas e extinguir o pouco de amor que , ainda habita os pobres corações... O amor é real, ele é sentimento, e se cada vez que ligarmos a televisão só nos depararmos com misérias e tragédias, e com os maus exemplos que a nossa nação nos dá... o que de fato esperamos? até que ponto suportaremos mais e mais angustiantes sentimentos?
Ultimamente meus pensamentos têm se tornado perturbadores, mas antes de mais nada sou uma sonhadora. Acredito que há um futuro, mesmo que não seja tão melhor quanto almejamos ou tão utópico quanto possam imaginar... Apenas sonhem! 

Sonhem com a resposta ainda não recebida
Com os dias melhores que virão, e que, mesmo 
que estejamos passando pelo vale da sombra da morte, muitas
vezes os bosques mais agradáveis estão ao nosso alcance, presentes em nossas imaginações, presentes em nossa vontade de vencer, seja lá de quem, ou de provar seja lá para quem que podemos ser muito mais do que se pode enxergar.

E por quê não iniciamos com pequenas iniciativas? Por muitas vezes ando nas ruas e procuro identificar um gesto de bondade, e para vocês que acham que este se refere somente ao ato de dar esmolas, enganam-se completamente: um "bom dia"ou um "como vai?" demonstram um pouco de consideração que se pode ter pelo próximo e aplacar as mais angustiantes dificuldades, mesmo que de forma singela.

Mesmo que escreva para pouco leitores, estarei aqui, disposta a ouvir aquele que necessita ser escutado, de braços abertos para quem procura conforto, e disposta a dar um "olá" para quem a mim se voltar.
Sem mais anseios, apenas digo: Sonhem, e não sendo egoístas com seus sonhos, pratiquem um pequeno gesto a partir de agora, corra de encontro a quem estiver mais próximo a você e dê o abraço mais confortante que puder.

Como uma criança mal-acostumada,
me habituei aos abraços constantes e sem eles já não consigo 
sair de casa e me senir completa...

Apenas Sonhem! Imaginem.

Telma Rodrigues


sábado, 30 de julho de 2011

Porque...

Não seria exagero da minha parte se eu me colocasse muita vezes como os 'personagens' de muitas letras de alguns canções que ouço. Sempre que ouço a música Dear Prudence dos Beatles, sinto que de alguma forma ela me diz ou melhor, ela é cantada de uma forma muito especial. Certa vez me disseram que a música é a loucura da alma, logo pensei "Nossa, eu sou muito muito muito louca mesmo", são sentimentos que nem todas as pessoas podem e sabem proporcionar, a música exerce um efeito forte em mim, só Deus sabe como! 
Muitos sonham com grandes empreendimentos na vida, já eu... tudo o que esperaria era chegar ao final do dia com alguém me recebendo de braços abertos, sem esperar muito em troca, é como o filósofo Nietzsche disse: "Quem nunca possuiu de tudo na vida, vê em pequenas coisas a grandiosidade do que jamais teve". Tudo o que queria era ser convidada para brincar, ou para brindar um novo dia. E mesmo sem ser convidada eu saí para brincar, brindei dias melhores que tive, pude contemplar a beleza de dias sorridentes, pude ver o céu azul sobre minha cabeça e o sol a iluminar minha fronte, pena que estes dias foram tão curtos e tão distantes que eu mau posso discernir se foram sonhos ou verdades...


Ando recolhida, pensando na possibilidade da felicidade ser uma arma quente. Como se a qualquer momento alguém fosse sacar uma arma para mim e dentro dela saísse uma bandeira de Paz. As palavras possuem uma força tamanha àqueles que as pronunciam, que agora apenas digo: Ame.


Ame aquele que busca em você um exemplo
Ame a quem busca em você algo maior
Ame aqueles que acham que te conhece, ame-os por sua tolice!
E seja idiota o suficiente para amar sem receber nada, nem um bom dia, nem um abraço, nem um olá! 
Apenas, Ame.


Sejamos todos mais humanos, brindemos um novo dia mesmo que pareça perdido, a selva é grande e mais um dia nela é lucro.

Telma Rodrigues

O pensar, propriamente dito não dói...

O que define aquilo que chamamos de pensamento?
Seria um ponto por onde nos apoiamos? Ou apenas o eterno vício gerado pela consciência? 
Até quando eu me verei presa deste vício que me mata e consome? Sim caro leitor, o ato de pensar tem me matado cruelmente à doses bem pequenas. Como? quando passo a idealizar alguns sentimentos como a esperança, a fé e sim, o amor.
Na bíblia encontramos o apóstolo Paulo a dizer que ainda que falasse a língua dos anjos, sem amor nada seria, e que mesmo que tivesse uma fé cuja força pudesse transportar os montes e não tivesse amor, nada seríamos...Mais tarde o filósofo Renato Russo cantaria esta passagem... Menciono estas palavras porque eu sei que só me sentirei melhor quando forem escritas e mentalmente ditas. Eis aí o mal do pensar!

Durante algumas semanas me peguei questionando: Seu eu fosse leiga a tudo que estivesse ocorrendo a minha volta eu me pouparia de ver tantas atrocidades que ocorrem por aí afora, mas novamente me pus a negar tudo que antes havia dito. E meus dias ultimamente andam oscilando entre o bem e o mal querer, o gostar e o odiar... E tudo que me ocorre à mente instantaneamente é que: "O amor é velho, o amor é novo, o amor é tudo o amor é você" mas nada encontro a não ser o vazio que insisto preencher, com o quê?!

sábado, 9 de julho de 2011

Como se diz: Utilizando novos conceitos!

O que fazer quando se está triste?
O que pensar quando não há um motivo concreto para se estar presente na realidade em que se vive?


Há tantas perguntas para fazer, são tantas trilhas para se caminhar,
e no meio desses caminhos encontramos pessoas que nos ajudam, outras que favorecem situações negativas...
Não quero me passar por emotiva, mas, tanto faz agora, já não há razão para se importar. O mundo é controverso e irritantemente cheio de razões das quais evito estar perto, assim como você que lê presumo eu, evite também.
Outro dia entre as muitas trilhas que passei, perguntaram-me o motivo de escrever tais palavras, bom, considero-me chata e todos sabem disso... redondamente chata, mas profundamente sensível para não deixar de relatar alguns acontecimentos vividos, pelo simples medo de perdê-los em minha memória, ou pelo fato de apenas querer que todos saibam o que vivi, pelo o que passei ou as pessoas que conheci.
Sinto falta de subir nos pés de fruta e arrancar delas o sabor tropicano, as vezes fortemente azedos, ou suavemente adocicados... Vejo no passado sensações únicas que o presente não consegue me dar.
Certo dia amanheci com vontade de sonhar algo novo e diferente, mas tudo que consegui, foi escrever tais palavras medíocres, e como o filósofo Nietzsche dizia: "Quem não teve nada no passado, vê grandeza nas pequenas coisas" então passo desde já a me enquadrar neste ponto.


Tenho vontade agora de escrever algo novo, de descobrir um mundo através das palavras, eu tenho eu posso eu sei, e se tudo que mais precisamos é de amor e apego a algo, decido me apegar às palavras que rodeiam meu mundo.
A partir do dia de hoje, escrevo-lhes um pequeno diário, para que possam compreender por quê e para quê, escrevo tais mensagens incompreendidas.
Para quando eu disser "oi", estas duas palavras resumam-se a uma melhor compreensão.


Desde já, muito obrigada, a você, corajoso desbravador de pensamentos malucos. Grande honra possuis, por ter chegado até aqui!

   Telma Rodrigues

      

domingo, 17 de abril de 2011

Quando já é tarde para...

Descobri tarde demais que a beleza está na superficialidade...
Está no modo de falar, de agir, no caminhar, ou até mesmo no sorriso...
Tarde descobri também, que o pouco que me importa é o abismo que me separa da felicidade.
O coração quanto mais vazio, mais pesado fica, quanto mais cheio de amor, maior são as feridas causadas.
Descobri tarde demais que o que me importa, não é a temporalidade, muito menos os modos, mas se realmente alguém me ama.
Agora me pergunto, para que tantas teorias ou filosofias vãs?!
Se poucos são os que chegam a terceira linha?!
     
Telma Rodrigues.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

FIELDS FOREVER

Quando penso em escrever, sou tomada por indecisões, e por preconceitos de mim mesma... Ás vezes penso, quem leria isto, ou aquilo? mas são meus planos de lugar nenhum, são MINHAS tempestades mentais, são minhas!! e nada como ser escritas...
Ás vezes eu fico dentro do ônibus pensando: Quem gostaria de ler num país tão semi-alfabetizado? ainda mais se for escritos feitos por uma jovem da qual nunca ouviram falar, isso é um ultraje! onde estãos todos os adolescentes da minha geração? se pervertendo por causa de alguma bandinha, ou por algum cantorzinho ou cantorinha imbecil que ás vezes nem cantam... Não é revolta não, são apenas indagações que faço a mim mesma, pensemos bem - se não estiverem com preguiça de pensar (acho que o pensamento deveria ser mais do que um exercício, deveria ser uma obrigação, no quem em sua suma essência é - mas as pessoas criam preguiça pra tudo nessa vida) são indagações que nós mesmos fazemos, quando não há nada pra pensar... São teorias mirabolantes que você acha que mudarão o mundo, e que, são simplesmente esquecidas.
 Não esquecem de acessar o orkut, o msn, as redes sociais mais "bombadas" do momento, mas se esquecem que existe um mercado podre e inescrupuloso que está aí, à postos, prontos para "comerem vocês", não é pra isto que vocês servem? Serem servidos na mesa da mídia como prato principal?
Termino este miolo de pensamentos assim: "SOMOS ANIMAIS SENTIMENTAIS, BRINQUEDOS DA MÍDIA, PRODUTO DOS NOSSOS PAIS"!
                                                          
                                                                                                          
 
                                                                                        Telma Rodrigues

Sua mãe deve saber...

Cara... Sua mãe deve saber um monte de coisas, mas porque ela nunca sabe o que vc realmente faz?
Sabem... o pior é que sabem, sempre sabem - só se fazem de loucas! observando os adolescentes, não há nada mais óbvio para observar do que o fato de todos serem rebeldes e verem na rebeldia  uma forma de se libertarem. EU DIGO QUE NÃO! se fôssemos realmente rebeldes, não estariam a maioria de vocês aí, projetos de uma sociedade consumista e inalterável, graças a quem? quem, adivinhem só: NÓS MESMOS, que somos tão acomodados, com nossas mães levando nosso leitinho todas as noites antes de dormir, e achando que qualquer "fora" que você leva do seu "paquera", é o fim do mundo, sabem a guerra "acabou", mas creio que a maior batalha que há de vir, é aquela contra nós mesmos e contra nossos mau-costumes, e má-orientações psicológicas, temos termos para tudo, que tal inventarmos, um para você mesmos? Eu posso chamá-los do que quiser, mas e daí, se isso viola os direitos humanos, ou o sistema que deixa mães pobres morrerem à míngua nas ruas e protegem a imagem de qualquer palhaço filhinho do papai, então eu me encho de fúria e rebeldia contra vocês. CONTRA TODOS VOCÊS! Que para palhaços faltam só os narizes vermelhos, porque já sabem se fantasiar com muito estilo
e digo mais, se comecei este texto reprimindo essa "rebeldia" dos que lêem isto, agora já não a reprimo, pois é da rebeldia inteligente que precisamos, é da verdadeira rebeldia que falo, daquelas dos panteras negras e dos grupos hippies, nada de saudosismos por agora, depois conto mais sobre o mundo obscuro da realidade...